Importar o teu plantel para o NoteFit por conversa

O que trava quem quer mudar de ferramenta quase nunca é a ferramenta nova — é ter de voltar a escrever o plantel inteiro. Com o assistente ligado, colas o ficheiro que já tens e ele cria os atletas todos numa chamada.

1.O plantel é o custo de mudar

Quem treina vinte e cinco pessoas tem vinte e cinco nomes, datas de nascimento, objetivos e notas espalhados por uma folha de cálculo, por outra plataforma, ou pelos dois. Escrever isso à mão num sítio novo é uma noite de trabalho, e é a razão mais comum para ficar onde se está mesmo quando a ferramenta já não serve.

É um custo que não tem nada a ver com treino, e é exatamente o género de trabalho mecânico que um assistente com acesso à tua conta consegue tirar do caminho.

2.Colar o ficheiro e deixá-lo trabalhar

Exporta o que tens — praticamente tudo exporta CSV — e cola-o na conversa com uma frase do género "cria estes atletas na minha conta". O assistente lê as colunas, faz a correspondência com os campos e cria todos numa só chamada.

As linhas são independentes, e isso importa mais do que parece. Se três das vinte e cinco vierem mal — uma data impossível, um nome vazio —, as outras vinte e duas entram na mesma, e as três voltam com o número da linha e o motivo. Corriges essas e repetes só essas, em vez de começar tudo de novo.

3.Como preparar o ficheiro (pouco)

A tentação é arrumar o ficheiro primeiro. Vale mais colá-lo como está: o assistente lida bem com colunas com nomes estranhos, com ordens diferentes e com campos que não existem. O que realmente precisa é de saber qual é a coluna do nome; o resto é bem-vindo e opcional.

Duas coisas que compensa fazer: tirar as pessoas que já não treinam contigo, para não importares um plantel maior do que o real, e dizer numa frase o que é cada coluna se os cabeçalhos forem crípticos. "A coluna OBJ é o objetivo" poupa uma ronda de perguntas.

4.O que fazer logo a seguir

Importar os atletas é metade. A outra metade é não voltar a escrever o mesmo plano vinte e cinco vezes: monta uma semana boa para um deles, guarda-a como modelo e manda aplicá-la aos outros. O assistente faz isso numa frase, e a aplicação é aditiva — acrescenta ao que a semana já tem, não apaga nada. Se for o primeiro mesociclo de cada um, ainda melhor — o modelo dá-lhes a mesma estrutura de partida e tu ajustas depois o volume de treino de quem precisa de mais ou de menos.

Depois vale a pena pedir o resumo: quem ficou sem semana planeada, quem ficou com a semana vazia. É a verificação que apanha o atleta que se perdeu no meio da importação, e é mais rápida do que abrir um a um.

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Perguntas frequentes

Que colunas é que o ficheiro precisa de ter?

Só o nome é mesmo necessário. Data de nascimento, objetivo, notas e medições entram se existirem, e ficam por preencher se não existirem — podes acrescentá-las depois sem repetir a importação.

E se importar duas vezes por engano?

Ficas com duplicados, porque criar é criar. Antes de repetir uma importação, pede a lista de atletas e confirma o que já lá está; é uma frase e evita a limpeza a seguir.

Posso importar de outra plataforma?

Se ela exportar CSV, sim — é o formato, não a origem, que interessa. Se só exportar PDF ou nada, ainda podes colar o texto na conversa, mas aí vale a pena verificar o resultado com mais atenção.

Isto apaga alguma coisa do que já tenho?

Não. A importação só cria. As ferramentas de escrita do conector são sobretudo aditivas, e a escrita corre com a tua sessão, por isso as permissões da app continuam a valer.